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INFORMAÇÕES:

CURIÓ
Sporophila angolensis (Linnaeus, 1766)

Família: Emberizidae

Nome em Inglês: Chestnut-bellied Seed-Finch

Sinônimo: Oryzoborus angolensis


Foto: Germano Woehl Junior
Local: RPPN Corredeiras do rio Itajaí, em Itaiópolis – Santa Catarina
Data: 16/08/2013


Ameaças
Atualmente o curió, assim como muitos outros pássaros brasileiros, encontra-se ameaçado de extinção, em decorrência da caça e comercialização que visam o mercado dos criadores ilegais e da destruição de seus ambientes naturais.

O curió é muito estimado por seu canto, por isso é um dos pássaros canoros mais caçados e engaiolados por criadores, chegando ao nível de redução significativa de sua população em seu ambiente natural.

Segue as informações da literatura:
Muito procurado como pássaro de gaiola (Sick 1997). Esta é considerada a principal ameaça e causa de seu desaparecimento das regiões mais habitadas do país (Machado 1998). A grande pressão de caça a essa espécie pode ser constatada nesse trecho em que Willis & Oniki (1993) dizem que essa atividade “é incrivelmente eficiente para eliminar uma espécie anteriormente comum, exceto em lugares onde nós não dizemos para ninguém que ela existe”.

É considerado Criticamente em Perigo no Estado de Minas Gerais, conforme a Lista Vermelha estadual.

Características
Mede 13cm. de comprimento.

Subespécies
Atualmente somente duas subespécies são reconhecidas:

torridus (Scopoli, 1769) - Região Amazônica, Colômbia, Venezuela, Trinidad e Tobago, Guianas. Bastante semelhante, mas de menor tamanho que a subespécie nominal.

angolensis (Linnaeus, 1766) - Centro, Nordeste, sudeste até o Rio Grande do Sul, indo ao Paraguai, Uruguai e nordeste da Argentina.

Alimentação
Alimenta-se basicamente de alguns insetos, várias sementes em especial a semente do capim navalha (Rynchospora corymbosa), subindo nos pendões de capim ou catando-as no chão.

Reprodução
Faz um ninho de paredes finas, em formato de xícara. Põe 2 ovos branco-esverdeados com muitas manchas marrons e a eclosão ocorre cerca de 13 dias após a postura. Passados 30 dias do nascimento, os filhotes já estão prontos para sair do ninho. Atingem a maturidade após um ano de idade. O período de acasalamento inicia-se no final do inverno e dura até o término do verão.

Hábitos
Vive solitário ou aos pares, normalmente separado de outras espécies de pássaros, embora às vezes possa misturar-se a bandos de Sporophila e tizius.

É comum em capoeiras arbustivas, clareiras com gramíneas, arbustos nas bordas de florestas altas e pântanos, penetrando também nas florestas.

Distribuição geográfica
Encontra-se distribuído em quase todo território nacional, da Região Amazônica ao Rio Grande do Sul, passando por estados da região Centro-Oeste. Encontrado também em quase todos os países da América do Sul, com exceção do Chile. Habita as regiões litorâneas brasileiras e principalmente o litoral paulista.

 
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