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INFORMAÇÕES:

Cattleya purpurata striata "milionária do Seara" (cor flâmea)
Muda produzida pela Equilab utilizando a técnica de clonagem por meristema, adqurida em 1995.

Meristema da Equilab código do catálogo M-210: 
Laelia purpurata variedade striata "milionária do Seara" (cor flâmea)

Sinônimos:
Laelia purpurata
Brasilaelia purpurata

Família: Orchidaceae
Subfamília: Epidendroideae
Tribo: Epidendreae
Subtribo: Laeliinae
Gênero: Cattleya
Subgênero: Crispae
Seção: Crispae
Series: Cattleyodes
 

Foto: Germano Woehl Junior
Local: RPPN Santuário Rã-bugio, Guaramirim (SC) - Coleção particular
Data: 28/11/2022



Clique aqui para ver a foto da Cattleya purpurata variedade estriata "milionária do Seara" que acabou de abrir.

Segundo as informações do catálogo da Equilab, esta Brasilaelia purpurata meristema M 210 é considerada a melhor planta conhecida da espécie, sua florada, extremamente fiel, é marcada pela cor púrpura muito escura do labelo em contrate com a suavidade das pétalas e sépalas. Muito atraente e raríssima.


maioria das variedades de Cattleya purpurata  é da Mata Atlântica do litoral de Santa Catarina. Algumas variedades ainda existem no habitat natural, em árvores centenárias bem altas e costões rochosos, mas a maior parte foi exterminada da natureza por serem orquídeas muito valiosas comercialmente. Por apresentar flores grandes e vistosas eram facilmente visualizadas e saqueadas da natureza desde o inicio do século 18. Quantidades enormes de Cattleya purpurata extraídas da natureza foram exportadas para a Europa nas décadas de 1920 a 1940, tornando o Estado de Santa Catarina o maior exportador de orquídeas neste período


História da Cattleya purpurata (Laelia purpurata)

A Cattleya purpurata já era conhecida, mesmo antes da sua descrição botânica, tanto é verdade que no livro Voyages pittoresques au Brésil de 1835, a mesma aparece em algumas gravuras/ilustrações botânicas realizadas pelo pintor e ilustrador botânico Maurice Rugendanz.

Mas a sua descoberta para a ciência aconteceu em 1847 por François Devos no litoral da então Província Imperial de Santa Catarina, Hoje, o Município de Florianópolis.

Floriu pela primeira vez, fora do seu habitat natural (Brasil) em 1852, nas Estufas da firma James Backhouse and Sons em York, na Inglaterra. Naquele mesmo ano, no mês de junho foi exibida à Royal Horticulture Society em Londres, proporcionando desta maneira o seu estudo sua descrição e a sua classificação pelo famoso botânico John Lindley. O exemplar observado por ele e que o orientou na classificação e descrição foi uma Cattleya purpurata com sépalas e pétalas quase brancas.

É a flor símbolo do Estado de Santa Catarina.