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INFORMAÇÕES:

TICO-TICO-REI
Lanio cucullatus (Statius Muller, 1776)

Família: Thraupidae
Nome em Inglês: Red-crested Finch

Foto: Germano Woehl Junior
Local: RPPN das Araucárias Gigantes - Itaiópolis - Santa Catarina
Data: 05/03/2011


AMEAÇAS
O tico-tico-rei é muito visado pelos traficantes de animais. Em uma das apreensões de aves em Guaramirim (SC), realizada pela Policia Ambiental de Joinville, havia vários exemplares para comercialização. Sua sorte é que seu canto não é tão belo quanto sua plumagem e por isso não é uma ave tão valorizada. Mas a persistência da cultura de aprisionamento em gaiola cria uma demanda para os traficantes de aves que intensifica cada vez mais a captura nos remanescentes de Mata Atlântica.

Características
Medindo cerca de 13,5 cm, tem tamanho semelhante ao tico-tico comum. Veja na galeria de fotos a diferença de coloração entre macho e fêmea. O macho só exibe completamente seu belo topete quando está excitado ou ao cantar.

Alimentação
Alimenta-se de sementes, brotos, frutas, insetos. Desloca-se pulando no solo ou entre moitas e arbustos onde procura sementes, frutos e insetos para se alimentar.

Reprodução
Atinge a maturidade sexual aos 10 meses. Cada ninhada geralmente tem entre 3 e 5 ovos, geralmente azulados, tendo de 2 a 3 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem após 13 dias. O ninho em forma de tigela é construído em arbustos fechados não muito longe do solo. É feito de gravetos e fibras entrelacadas e forrado com penas e outros materiais macios. Os pais se revezam na alimentação dos filhotes.

No Mato Grosso, Goiás e oeste de Minas Gerais aproxima-se do tico-tico-rei-cinza (Coryphospingus pileatus) encontrando-se com ele em certos locais e com ele hibridando-se.

Hábitos
Apesar de sua beleza o tico-tico-rei, não é uma ave que costuma chamar muita atenção, principalmente por causa de seu comportamento discreto e solitário.

Na RPPN das Araucárias Gigantes, em Itaiópolis (SC), planalto norte, um casal com os filhotes foram encontrados na borda da mata densa, em áreas com capoeira baixa.

Vivem solitários a maior parte do ano, eventualmente juntando-se a bandos mistos de espécies granívoras (que comem sementes), mas na época da reprodução, que costuma coincidir com os meses quentes do ano, formam casais.

Distribuição geográfica
Presente em duas regiões separadas:

1. Leste do Pará e Maranhão;
2. Do Mato Grosso e Goiás ao oeste de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Encontrado localmente também nas Guianas, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina.
 
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