CARACTERÍSTICAS DOS ANFÍBIOS PERERECAS RÃS SAPOS
 
 
 

VER GALERIA DE FOTOS

 

AUDIO:

  1. Ouvir
 

INFORMAÇÕES:

SAPO-DE-FLORESTA
Rhinella abei

Classe: Amphibia
Subclasse: Lissamphibia
Ordem: Anura
Subordem: Neobatrachia
Superfamília: Hyloidea (=Bufonoidea)
Família: Bufonidae

Foto: Germano Woehl Junior
Local: Serra do Mar - Corupá, Santa Catarina
Data: 18/01/2001


TAMANHO:
 83 mm (fêmea)

OCORRÊNCIA: Mata Atlântica (Serra do Mar e litoral) de Santa Catarina, Paraná e Norte do Rio Grande do Sul

ESTRATÉGIA DE REPRODUÇÃO: Desova em lagoas temporárias e permanentes. Os ovos ficam protegidos num cordão de gel com alguns metros de comprimento que é enrolado na vegetação aquática. Clique aqui para ver como é a desova do sapo-de-floresta

Repare a diferença entre desova do sapo-de-floresta, cujo cordão de gel apresenta uma fileira única de ovos, com a desova do  sapo-cururu (Rhinella icterica) onde os ovos estão em fileira dupla. Clique aqui para ver como é a desova do sapo-cururu (Rhinella icterica) . 

Ao contrário do sapo-cururu, esta espécie de sapo não é muito comum em áreas urbanas, ele costuma viver no meio da floresta sobre as folhas caídas em decomposição. Sua coloração confunde-se com este ambiente. É possível encontrá-los próximos de residências rurais ou postes com lâmpadas quanto há áreas com floresta nas imediações. Nestes casos eles adquirem o hábito de capturarem insetos atraídos pela luz, como faz o sapo-cururu (Rhinella icterica).

Ele é bem mais arisco do que o sapo-cururu. Na época de procriação, agosto e setembro, eles se dirigem para as lagoas e neste período tornam-se presas fáceis para seus predadores naturais, sobretudo para os morcegos. Os desmatamentos são responsáveis pelo declínio de sua população bem como a drenagem dos banhados ou a destruição para formação de lagoa para criação de peixes.

VÍDEOS: